Entre janeiro e julho de 2026, a Safecar precisou de apenas 7 meses para mais que dobrar a receita B2B gerada pelo inbound durante todo o ano de 2025.
Entre janeiro e julho de 2026, a Safecar precisou de apenas sete meses para mais que dobrar a receita B2B gerada pelo inbound durante todo o ano de 2025.
Em apenas 7 meses de 2026, a Safecar gerou mais de R$ 876 mil em receita B2B de inbound, mais que o dobro dos R$ 418 mil gerados durante todo o ano de 2025.
Não foi preciso vender mais para gerar muito mais receita: a receita média por negócio B2B saiu de aproximadamente R$ 8,5 mil para R$ 33,7 mil.
Dos 252 leads registrados entre janeiro e julho de 2026, 151 eram qualificados. Desses, 98 avançaram para oportunidades reais de negócio.
“Em um mercado tão competitivo como o automotivo, a parceria com a Orgânica tem sido fundamental para acelerar o crescimento da Safecar. Em 2025, alcançamos em apenas 1 ano resultados que estavam projetados para 7 anos e, até julho de 2026, já mais que dobramos a receita B2B de todo o ano de 2025. O grande diferencial da Orgânica está na qualidade do time: são especialistas em suas áreas, com uma atuação estratégica, proativa e processos muito bem estruturados. Além disso, o relacionamento próximo e o atendimento humanizado fazem com que a equipe realmente atue como uma extensão do nosso marketing. Mais do que uma agência, encontramos um parceiro comprometido com os resultados do nosso negócio.”
Weslley Wohlers – Gerente de Marketing da Safecar Brasil
“Em um mercado tão competitivo como o automotivo, a parceria com a Orgânica tem sido fundamental para acelerar o crescimento da Safecar. Em 2025, alcançamos em apenas 1 ano resultados que estavam projetados para 7 anos e, até julho de 2026, já mais que dobramos a receita B2B de todo o ano de 2025. O grande diferencial da Orgânica está na qualidade do time: são especialistas em suas áreas, com uma atuação estratégica, proativa e processos muito bem estruturados. Além disso, o relacionamento próximo e o atendimento humanizado fazem com que a equipe realmente atue como uma extensão do nosso marketing. Mais do que uma agência, encontramos um parceiro comprometido com os resultados do nosso negócio.”
Weslley Wohlers – Gerente de Marketing da Safecar Brasil
49 vendas. Esse foi o número de negócios B2B registrados pela Safecar em 2025 a partir das oportunidades geradas pelo inbound. Entre janeiro e julho de 2026, foram 26.
Olhando apenas para essa métrica, seria fácil chegar a uma conclusão bastante ruim sobre a performance. Felizmente, marketing não termina na coluna “quantidade de vendas” de um dashboard.
As 49 vendas B2B realizadas em 2025 somaram R$ 418 mil em receita. As 26 realizadas nos primeiros 7 meses de 2026 geraram mais de R$ 876 mil.
Ou seja: com pouco mais da metade do número de negócios fechados, a Safecar conseguiu gerar mais que o dobro da receita B2B de todo o ano anterior.
E o resultado ganha outra dimensão quando voltamos ao início do projeto: antes da parceria com a Orgânica, a empresa nunca havia estruturado uma operação de geração de demanda, seja com mídia paga ou com conteúdo orgânico pensado para esse objetivo.
O projeto nasceu com um foco muito claro: B2B, principalmente locadoras e gestores de frotas.
Mas a estratégia ganhou alcance além do planejado. Enquanto construíamos demanda entre empresas, consumidores finais também passaram a encontrar os conteúdos, conhecer as soluções e comprar da Safecar, fazendo o B2C ganhar tração antes mesmo de se tornar uma frente prioritária.
E é justamente nessa diferença que começa a história deste case.
A Safecar atua no mercado de segurança automotiva com tecnologias desenvolvidas para proteger veículos e operações que dependem deles.
Seu portfólio inclui soluções como rastreamento e bloqueio, mas um produto ocupava um papel especialmente importante na estratégia comercial da empresa: o Cofre Blindado Safecar.
O equipamento é instalado no veículo para proteger fisicamente o módulo de injeção eletrônica, dificultando uma forma de furto em que criminosos acessam ou substituem esse componente para tentar dar partida no automóvel.
Para quem administra uma frota, a aplicação ganha outra dimensão. Um carro pessoal sem proteção é uma coisa. Agora, dezenas, centenas representam risco operacional, patrimônio e continuidade do negócio.
Por isso, a Safecar concentra boa parte de sua atuação B2B em públicos como locadoras e gestores de frotas, além de empresas ligadas à proteção veicular, rastreamento e telemetria.
Quando o projeto começou, a prioridade não estava em vender diretamente para o dono de um único carro.
A estratégia havia sido estruturada para gerar demanda B2B, conversando principalmente com gestores de frotas, donos de locadoras e empresas que poderiam levar a Safecar para dezenas ou centenas de veículos de uma vez.
O B2C existia, mas ainda de maneira embrionária.
A entrada de conteúdo e mídia paga mudou esse cenário antes mesmo de o consumidor final se tornar uma prioridade da estratégia.
Os materiais criados para explicar os problemas de segurança automotiva e apresentar as soluções da Safecar também começaram a ser encontrados por pessoas físicas que conviviam com as mesmas dores em seus próprios veículos. E o resultado apareceu em receita.
Em 2025, além das 49 vendas B2B que geraram R$ 417.748,00, a empresa registrou 126 vendas B2C, responsáveis por outros R$ 85.856,97. No total, foram:
B2B EM 2025
✓ 49 vendas
✓ R$ 417.748,00 em receita
B2C EM 2025
✓ 126 vendas
✓ R$ 85.856,97 em receita
✓ 175 vendas
✓ R$ 503.604,97 em receita
Era uma consequência que não estava no centro do plano inicial.
E justamente por isso importa: uma estratégia desenhada para desenvolver demanda B2B também fortaleceu a descoberta da marca entre consumidores finais e ajudou a antecipar uma frente que a Safecar pretendia desenvolver no médio e longo prazo.
O desafio comercial da Safecar começava antes da conversão. Começava na descoberta.
O Cofre Blindado atende a uma necessidade real, mas não pertence a uma categoria de produtos que o comprador médio necessariamente conhece. E existe uma consequência direta disso para o marketing: é difícil capturar uma busca que ainda não acontece.
No Google, os termos diretamente relacionados às soluções comercializadas pela Safecar apresentavam baixo volume de procura.
A equipe chegou a testar novas possibilidades de palavras-chave no início de 2026, mas o comportamento se manteve: o canal tinha uma limitação natural para um produto que ainda precisava ser apresentado ao mercado.
Portanto, colocar mais verba na plataforma não resolveria o problema. Era necessário construir outra rota até o potencial cliente.
A metodologia Content+Performance da Orgânica partiu de uma característica fundamental daquele processo de compra: antes de considerar a solução, o público precisava entendê-la.
Isso mudou a função da mídia. O objetivo não era simplesmente aparecer diante de alguém que já pesquisava pelo produto, era alcançar os perfis com potencial de compra e mostrar, de forma clara, qual problema a Safecar resolvia.
Nesse cenário, o Meta ganhou protagonismo.
Vídeos, carrosséis e outros formatos visuais permitiam demonstrar a solução antes mesmo de o usuário acessar uma página ou conversar com o comercial.
Era possível mostrar o Cofre Blindado, explicar onde ele era instalado, apresentar o tipo de risco que ajudava a evitar... E fazer tudo isso para um público que talvez nunca tivesse digitado o nome daquele produto em um buscador.
O investimento, portanto, acompanhou a capacidade dos canais de gerar resultado.
Enquanto o Google permaneceu como espaço de testes, o Meta concentrou a maior parcela da mídia paga entre janeiro e maio de 2026.
Não porque uma plataforma fosse universalmente melhor do que a outra, mas porque, para aquele produto e naquele momento de mercado, uma delas permitia criar demanda enquanto a outra dependia principalmente de encontrá-la pronta.
A Safecar passou a acompanhar de forma mais detalhada a origem das conversões, os canais, a qualificação dos leads, as oportunidades e as vendas.
Mas existe uma diferença importante entre acompanhar os canais e imaginar que cada um deles funciona sozinho.
Um lead pode encontrar um conteúdo no Google, visitar o site, ser impactado posteriormente por uma campanha no Meta e, dias depois, converter pelo WhatsApp.
Qual desses canais “gerou” o negócio? Dar todo o crédito ao último clique deixaria boa parte da jornada de fora.
Por isso, embora o acompanhamento permita visualizar origem paga, orgânica e os diferentes pontos de conversão, a leitura estratégica da Safecar considera o inbound como um ecossistema.
Conteúdo ajuda mídia. Mídia aumenta descoberta. Busca recupera interesse. Landing pages, site e WhatsApp transformam esse interesse em conversa.
Separar tudo pode deixar o dashboard mais organizado. Não necessariamente deixa a análise mais correta.
O modelo comercial também exigia cuidado na leitura dos indicadores.
Um lead poderia ser um consumidor interessado em adquirir uma solução para seu próprio carro, mas também poderia ser uma empresa responsável por dezenas ou centenas de veículos.
O potencial financeiro entre essas oportunidades era completamente diferente. Por isso, aumentar indiscriminadamente o número de contatos nunca seria suficiente.
A estratégia precisava aproximar a Safecar de compradores com aderência à solução e potencial para gerar negócios maiores.
Os dados entre janeiro e julho de 2026 ajudam a mostrar essa evolução.
Foram 252 leads, dos quais 151 foram considerados qualificados. Isso representa uma taxa de qualificação de aproximadamente 60%.
Desses 151 leads qualificados, 98 chegaram a oportunidades comerciais reais: contatos que demonstraram interesse suficiente para avançar para uma apresentação ou receber um orçamento.
E 26 deles se transformaram em vendas.
Em 2025, as 49 vendas B2B atribuídas ao inbound geraram R$ 418 mil em receita. Isso representa aproximadamente R$ 8,5 mil por negócio fechado.
Entre janeiro e julho de 2026, foram 26 vendas B2B, mas elas movimentaram mais de R$ 876 mil. Na média, cada venda passou a representar cerca de R$ 33,7 mil em receita. Quase quatro vezes mais.
Vendas
✓ 49
Receita
✓ R$ 418 MIL
Receita média por venda
≈ R$ 8,5 MIL
Vendas
✓ 26
Receita
+ R$ 876 MIL
Receita média por venda
≈ R$ 33,7 MIL
O número absoluto de vendas B2B ainda era menor do que o acumulado nos 12 meses de 2025, mas interpretar esse indicador isoladamente esconderia o principal resultado do projeto.
Em 7 meses, a Safecar conseguiu gerar mais que o dobro da receita B2B registrada durante todo o ano anterior.
Não foi necessário dobrar o número de contratos para dobrar o resultado. A diferença apareceu no valor das oportunidades que chegaram à compra: os negócios ficaram maiores.
E, quando o objetivo do marketing é gerar crescimento para a empresa, isso muda completamente a leitura do funil.
Receita
+2X
Mais de R$ 876 mil gerados pelo inbound em 7 meses de 2026, mais que o dobro da receita B2B de 2025.
Receita média por venda
4X
De R$ 8,5 mil para R$ 33,7 mil por venda B2B, fazendo 26 negócios gerarem mais receita que 49.
Qualificação
60%
151 dos 252 leads foram qualificados e 98 viraram oportunidades comerciais.
Mais tráfego pode ser ótimo. Mais leads também. Mais vendas, melhor ainda.
Mas apenas quando esses números ajudam a empresa a chegar ao resultado que realmente procura.
Na Safecar, o dado mais importante de 2026 não foi uma seta apontando para cima em todas as etapas do funil.
Foi perceber que 26 negócios podiam gerar mais que o dobro da receita de 49. E o projeto mostrou algo além.
Uma estratégia criada prioritariamente para gerar demanda B2B conseguiu aumentar a presença da Safecar no mercado a ponto de também gerar negócios com um público que ainda não era o centro dos esforços: o consumidor final.
Foi assim que, em 2025, o inbound chegou a R$ 503,6 mil em receita total entre B2B e B2C. E foi sobre essa base que, nos 7 primeiros meses de 2026, somente a frente B2B ultrapassou R$ 876 mil.
Ao conectar conteúdo, mídia, entendimento do mercado, qualificação e leitura de performance, o trabalho deixou de perseguir números isolados para perseguir uma coisa bem mais difícil de colocar em um relatório bonito: negócios melhores.
Performance não deveria significar apenas produzir mais números para um dashboard.
Deveria significar encontrar os caminhos que fazem sentido para o mercado, para o processo comercial e, principalmente, para os objetivos da empresa.
É assim que a Orgânica transforma estratégia em crescimento mensurável.
Converse com nossos especialistas e descubra onde estão as próximas oportunidades do seu negócio!
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